Corpo a corpo no CAFF intensifica mobilização para assembleia geral e ato unitário de servidores do 14N

Corpo a corpo no CAFF intensifica mobilização para assembleia geral e ato unitário de servidores do 14N

Na manhã desta quarta-feira (6), dirigentes sindicais do Sintergs realizaram um corpo a corpo de mobilização no Centro Administrativo do Estado como forma de chamar a categoria para o grande ato unificado dos servidores públicos federais, estaduais e municipais que ocorrerá no próximo dia 14 de novembro, às 14h, no Largo Glênio Peres.

Além da distribuição de material gráfico sobre o ato, os dirigentes também percorreram as salas das várias secretarias que funcionam no Centro Administrativo para conversar com os colegas e argumentar sobre a importância da mobilização como forma de barrar os frequentes ataques ao serviço público no Brasil.

O ato, que está sendo chamado de 14N, foi convocado pela Frente de Servidores Públicos (FSP/RS) – grupo que congrega mais de 20 entidades das três esferas do funcionalismo. A agenda para o ato prevê caminhadas e assembleia geral unificada. Confira:

10h – Assembleia Geral Unitária, no Salão da Igreja da Pompéia (rua Dr. Barros Cassal, 220 – bairro Floresta);

13h – Caminhada até o Largo Glênio Peres;

14h – Ato unificado (Largo Glênio Peres);

16h – Caminhada e encerramento do ato em manifestação em frente ao Palácio Piratini.

Confira os eixos do Pacote da Morte proposto por Leite:

  • Fim das vantagens temporais – triênios,quinquênios e adicionais;
  • Transformação das vantagens em “parcela autônoma”, com congelamento permanente dos valores;
  • Fim da incorporação das gratificações;
  • Redução da Gratificação de Permanência;
  • Ampliação da base de cálculo das contribuições previdenciárias de inativos;
  • Alteração das alíquotas para regime progressivo;
  • Extinção da Licença para Aguardar Aposentadoria (LAA);
  • Fim das vantagens para exercício do mandato classista e proibição da participação de servidores em assembleias sindicais.

Quem tem menos paga cada vez mais para sustentar essa injustiça.

Eduardo Leite, Bolsonaro e Marchezan representam a mesma política devoradora de direitos, destruidora dos serviços públicos, exploradora, cruel e entreguista. Quem serve a este projeto não serve à classe trabalhadora.

Não vamos aceitar mais arrocho nos ombros de quem tem menos! À luta!

 

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